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Patricio é o terceiro em pesquisa
O Deputado Cabo Patrício é o terceiro colocado na preferência do eleitor do Distrito Federal, conforme pesquisa realizada pelo instituto O&P Brasil. A sondagem espontânea sobre a intenção de votos para distrital mostra que o eleitorado ainda está muito indeciso.
Confira o resultado:
Paulo Tadeu (PT) - 2,4%
Reguffe (PDT) - 2%
Cabo Patricio (PT) - 1,2%
Jaqueline Roriz (PMN) - 0,7%
Bispo Rodovalho (PP) - 0,6%
Chico Leite (PT) - 0,6%
Érica Kokay (PT) - 0,6%
Geraldo Magela (PT) - 0,5%
Raimundo Ribeiro (PSDB) - 0,5%
Evandro Areal - 0,5%
Abadia (PSDB) - 0,4%
Outros - 13,8%
Nenhum - 4,3%
NS/NR - 71,9%
Confira o resultado:
Paulo Tadeu (PT) - 2,4%
Reguffe (PDT) - 2%
Cabo Patricio (PT) - 1,2%
Jaqueline Roriz (PMN) - 0,7%
Bispo Rodovalho (PP) - 0,6%
Chico Leite (PT) - 0,6%
Érica Kokay (PT) - 0,6%
Geraldo Magela (PT) - 0,5%
Raimundo Ribeiro (PSDB) - 0,5%
Evandro Areal - 0,5%
Abadia (PSDB) - 0,4%
Outros - 13,8%
Nenhum - 4,3%
NS/NR - 71,9%
Motivos para intervação não faltam
A intervenção federal pode até não sair, mas motivos é o que não faltam ao Suprema Tribunal Federal:
- Operação João de Barro: envolve mais um deputado distrital (Paulo Roriz) em denúncias de corrupção;
- Regras para eleições indiretas: foram flexibilizadas para autorizar a inscrição de mais candidatos;
- Posse: o deputado Geraldo Naves saiu diretamente da Papuda para uma cadeira de deputado distrital, com direito a votar na escolha do governador;
- Eurides Brito: a deputada do dinheiro na bolsa continua serelepe e cada vez mais participativa como se nada tivesse acontecido com ela e também vai votar na escolha do novo governador;
- O governador: o candidato com maior change de se eleger, Wilson Lima, está posicionado entre Arruda no passado recente e Roriz no futuro próximo. O criador e a criatura estão produzindo o nefasto.
CPI da corrupção pára novamente
A deputada Eliana Padrosa acaba de deixar a presidência da CPI da corrupção na Cãmara Legislativa, algando que o presidente da casa, deputado Cabo Patrício, a desrespeitou ao nomear funcionários para a CPI sem consultá-la. Isso mostra muito bem a disposição que a deputada tinha de investigar de verdade a corrupção que grassa no governo do Distrito Federal. Aliás, seria mesmo uma incoerência da deputada do DEM apurar as falcatruas perpetradas pelo seu partido.
Dez chapas concorrem às eleições indiretas
Dez candidaturas foram registradas oficialmente nesta quarta-feira (7) para as eleições indiretas que escolherão o novo governador e o vice-governador do Distrito Federal. Os novos governantes comandarão o Governo do DF até 31 de dezembro deste ano.As eleições estão marcadas para o dia 17 de abril, às 17h30, no Plenário da Câmara Legislativa. Os eleitores serão os 23 deputados distritais que estão no exercício de seus mandatos. Uma vaga ainda está em aberto em decorrência da renúncia do ex-deputado Brunelli.Para ganhar a eleição, os candidatos terão que obter um mínimo de 13 votos. Os eleitos tomarão posse no dia 19 de abril, às 10h, em sessão solene na Câmara Legislativa.A Mesa Diretora da Câmara se reunirá nesta quinta-feira (8), às 10h, para analisar se as candidaturas registradas atendem aos requisitos legais.
Confira abaixo as candidaturas oficializadas.Candidaturas registradas:1) Partido Verde (PV):Governador: Nilton ReisVice-governador: Deborah Achcar2) Partido Social Liberal (PSL)/Partido Trabalhista Nacional (PTN):Governador: Newton Lins Teixeira de CarvalhoVice-governador: Paulo Fernando Santos de Vasconcelos 3) Partido Comunista do Brasil (PCdoB):Governador: José Messias de SouzaVice-governador: Olgamir Amancia Ferreira4) Partido Social Democrata Cristão (PSDC):Governador: Virgílio MacedoVice-governador: Waldenor Paraense5) Partido Republicano (PR):Governador: Wilson LimaVice-governador: Jucivaldo Salazar6) Partido Trabalhista Brasileiro (PTB):Governador: Luiz Filipe Ribeiro CoelhoVice-governador: João Estênio Campelo Bezerra7) Partido Republicano Brasileiro (PRB):Governador: Aguinaldo Silva de OliveiraVice-governador: Roberto Wagner Monteiro8) Partido dos Trabalhadores (PT):Governador: Antônio Ibañez RuizVice-governador: Cícero Batista Araújo Rola9) Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB):Governador: José Carlos PereiraVice-governador: Simone Ribeiro Nunes10) Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB):Governador: Rogério Schumann RossoVice-governador: Ivelise Maria Longhi Pereira da Silva
Confira abaixo as candidaturas oficializadas.Candidaturas registradas:1) Partido Verde (PV):Governador: Nilton ReisVice-governador: Deborah Achcar2) Partido Social Liberal (PSL)/Partido Trabalhista Nacional (PTN):Governador: Newton Lins Teixeira de CarvalhoVice-governador: Paulo Fernando Santos de Vasconcelos 3) Partido Comunista do Brasil (PCdoB):Governador: José Messias de SouzaVice-governador: Olgamir Amancia Ferreira4) Partido Social Democrata Cristão (PSDC):Governador: Virgílio MacedoVice-governador: Waldenor Paraense5) Partido Republicano (PR):Governador: Wilson LimaVice-governador: Jucivaldo Salazar6) Partido Trabalhista Brasileiro (PTB):Governador: Luiz Filipe Ribeiro CoelhoVice-governador: João Estênio Campelo Bezerra7) Partido Republicano Brasileiro (PRB):Governador: Aguinaldo Silva de OliveiraVice-governador: Roberto Wagner Monteiro8) Partido dos Trabalhadores (PT):Governador: Antônio Ibañez RuizVice-governador: Cícero Batista Araújo Rola9) Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB):Governador: José Carlos PereiraVice-governador: Simone Ribeiro Nunes10) Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB):Governador: Rogério Schumann RossoVice-governador: Ivelise Maria Longhi Pereira da Silva
WILSON LIMA NÃO
O deputado distrital era, até bem pouco tempo, um parlamentar apagado que se destacava por suas brincadeiras sem graça no plenário, por suas declarações sem nexo à imprensa, por seus projetos de lei inacreditáveis, pelo nepotismo assumido e defendido, pelo uso de funcionários do seu gabinete na sua ONG.Mas eis que a caixa de pandora é aberta, provoca um terremoto na política do DF e Lima vira o presidente da Câmara Legislativa numa articulação que visava salvar Arruda e os distritais envolvidos no escândalo e nos processos que se prenunciavam. A roda girou, uma gang foi presa tentando comprar testemunha para salvar o chefe. Arruda também foi preso, dois distritais renunciaram e Wilson Lima virou o governador do DF.No governo vem substituindo os asseclas de Arruda, que estão debandando e abandonando o barco, por outros do “baixo clero” da política local, mas totalmente comprometidos com o esquema. Além de vir fazendo bondades duvidosas e irresponsáveis, colocando em perigo as finanças públicas do Distrito Federal, ao anunciar aumentos salariais com dinheiro do Fundo Constitucional sem consultar o governo federal, que é quem repassa o dinheiro para pagamento dos salários da educação, saúde e segurança pública, Lima irritou o Palácio do Planalto.
Quando Wilson Lima era um cidadão comum, morador do Gama, ou apenas deputado distrital, cobrava competência aos administradores regionais que não faziam parte do seu esquema político. Agora, no governo, tendo a administração sob suas ordens, não vemos em Brasília e muito menos no Gama a tão cobrada solução dos problemas.
No Gama, por exemplo, não consigo enxergar nada de novo no Hospital Regional do Gama, nada aconteceu até agora com o péssimo transporte público, as escolas estão do mesmo jeito, a obra da feira permanente está inacabada, a Área de Desenvolvimento Econômico - ADE, continua sem ocupação, o trânsito cada vez mais caótico, a obra do viaduto do periquito não andou e o engarrafamento inferniza a vida de quem precisa sair do Gama de manhã e voltar à tarde. Mudança mesmo só vôo do helicóptero do governador cujo ronco pode ser interpretado como uma gargalhada na cara dos moradores.
A Câmara Distrital prepara-se para - se não houver a intervenção federal - eleger indiretamente um governador tampão e Lima se articula para disputar o cargo. Se for eleito será a vitória e a retomada, por mais oito meses, do esquema que a Policia Federal desmontou com a operação Caixa de Pandora. Mas pode também cair nas garras de Roriz e colocar o governo a serviço da sua eleição. Tudo depende das negociações que se processarão na Câmara Legislativa e para que lado penderá os deputados enrolados ou os seus suplentes.
Quando Wilson Lima era um cidadão comum, morador do Gama, ou apenas deputado distrital, cobrava competência aos administradores regionais que não faziam parte do seu esquema político. Agora, no governo, tendo a administração sob suas ordens, não vemos em Brasília e muito menos no Gama a tão cobrada solução dos problemas.
No Gama, por exemplo, não consigo enxergar nada de novo no Hospital Regional do Gama, nada aconteceu até agora com o péssimo transporte público, as escolas estão do mesmo jeito, a obra da feira permanente está inacabada, a Área de Desenvolvimento Econômico - ADE, continua sem ocupação, o trânsito cada vez mais caótico, a obra do viaduto do periquito não andou e o engarrafamento inferniza a vida de quem precisa sair do Gama de manhã e voltar à tarde. Mudança mesmo só vôo do helicóptero do governador cujo ronco pode ser interpretado como uma gargalhada na cara dos moradores.
A Câmara Distrital prepara-se para - se não houver a intervenção federal - eleger indiretamente um governador tampão e Lima se articula para disputar o cargo. Se for eleito será a vitória e a retomada, por mais oito meses, do esquema que a Policia Federal desmontou com a operação Caixa de Pandora. Mas pode também cair nas garras de Roriz e colocar o governo a serviço da sua eleição. Tudo depende das negociações que se processarão na Câmara Legislativa e para que lado penderá os deputados enrolados ou os seus suplentes.
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