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Agnelo precisa arrumar sua base
A tentativa de construir uma unanimidade absoluta e desnecassária na Câmara Legislativa, levou o governo Agnelo a cometer equivocos politicos que podem ter consequências desastrosas no futuro.
As alianças com o DEM, dando a Administração Regional do Núcleo Bandeirante para a deputada Eliana Pedrosa, e com o PPS do enrolado Alirio Neto, que nacionalmente bate sem dó nos governos de Lula e de Dilma, do PT, ainda vai dar muita dor de cabeça ao GDF.
Ainda há tempo de construir uma maioria na Câmara mais realista, mais fiel, mais comprometida com o governo e com a sociedade do Distrito Federal.
Antes Agnelo precisa centralizar a bancada do PT e promover a paz entre os distritais do partido que, faz tempo, não consegue se entender.
As alianças com o DEM, dando a Administração Regional do Núcleo Bandeirante para a deputada Eliana Pedrosa, e com o PPS do enrolado Alirio Neto, que nacionalmente bate sem dó nos governos de Lula e de Dilma, do PT, ainda vai dar muita dor de cabeça ao GDF.
Ainda há tempo de construir uma maioria na Câmara mais realista, mais fiel, mais comprometida com o governo e com a sociedade do Distrito Federal.
Antes Agnelo precisa centralizar a bancada do PT e promover a paz entre os distritais do partido que, faz tempo, não consegue se entender.
Com a verdade
Volto a publicar este blog porque não aguento mais ver os companheiros do governo local sendo atacados pelos blogueiros de direita ou de oposição que plantam fofocas, mensagens falsas, calúnias, visando desestabilizar um governo que está trabalhando para resgatar o Distrito Federal do fundo do poço onde foi atirado por politicos apoiados por estes mesmos blogueiros.
Sei que vou precisar de ajuda, de informações corretas para municiar os companheiros de partido e a sociedade como um todo de argumentos verdadeiros sobre o que está se passando no governo Agnelo, nas suas secretarias, Administrações Regionais, empresas, Câmara Legislativa. Para isso, coloco à disposição e meu e-mail: mauro.pinheiro@gmail.com e o meu celular: 9965-5101
Sei que vou precisar de ajuda, de informações corretas para municiar os companheiros de partido e a sociedade como um todo de argumentos verdadeiros sobre o que está se passando no governo Agnelo, nas suas secretarias, Administrações Regionais, empresas, Câmara Legislativa. Para isso, coloco à disposição e meu e-mail: mauro.pinheiro@gmail.com e o meu celular: 9965-5101
Crônicas da campanha
Com dinheiro fica fácil
Uma nova modalidade de se "colocar à disposição para a campanha" está colocada em pauta pelos cabos eleitorais de plantão. Ou melhor, talvez nem seja nova. Como antigamente eu fazia campanha em um partido de esquerda, tido como radical, que não aceitava aliança com qualquer um, é possível que tal pratica só tenha chegado ao meu conhecimento agora que estamos numa coligação, digamos assim, bastante ampla.
Pois bem, o tal cabo eleitoral, não vem se colocar à disposição para ajudar na campanha, ele vem vender a sua estrutura composta de veículo, coordenadores e equipe. São "lideranças" que se dizem capazes de mobilizar centenas de pessoas, conquistar milhares de votos e dar uma "contribuição" decisiva para eleger qualquer candidato. A contrapartida exigida é sempre uma remuneração para os coordenadores, combustível, alimentação etc, etc.
Cheguei a conversar com pelo menos 4 desses líderes que ofereciam os mesmos serviços e prometiam resultados semelhantes, só mudavam os métodos. Um deles chegou a detalhar a sua metodologia: eles são 20 líderes, mas para ser líder tem que ter no mínimo 50 pessoas cadastradas e comprometidas a votar em quem ele indicar. Não se sabe o que é prometido para formar este pequeno curral, mas com certeza é algo que vai comprometer o eleito mais tarde.
Depois dessas conversas conclui que é mais fácil do que se imagina a eleição de quem tem dinheiro.
Uma nova modalidade de se "colocar à disposição para a campanha" está colocada em pauta pelos cabos eleitorais de plantão. Ou melhor, talvez nem seja nova. Como antigamente eu fazia campanha em um partido de esquerda, tido como radical, que não aceitava aliança com qualquer um, é possível que tal pratica só tenha chegado ao meu conhecimento agora que estamos numa coligação, digamos assim, bastante ampla.
Pois bem, o tal cabo eleitoral, não vem se colocar à disposição para ajudar na campanha, ele vem vender a sua estrutura composta de veículo, coordenadores e equipe. São "lideranças" que se dizem capazes de mobilizar centenas de pessoas, conquistar milhares de votos e dar uma "contribuição" decisiva para eleger qualquer candidato. A contrapartida exigida é sempre uma remuneração para os coordenadores, combustível, alimentação etc, etc.
Cheguei a conversar com pelo menos 4 desses líderes que ofereciam os mesmos serviços e prometiam resultados semelhantes, só mudavam os métodos. Um deles chegou a detalhar a sua metodologia: eles são 20 líderes, mas para ser líder tem que ter no mínimo 50 pessoas cadastradas e comprometidas a votar em quem ele indicar. Não se sabe o que é prometido para formar este pequeno curral, mas com certeza é algo que vai comprometer o eleito mais tarde.
Depois dessas conversas conclui que é mais fácil do que se imagina a eleição de quem tem dinheiro.
TRE faz Wilson Lima manter a palavra
"Não vou abandonar o barco. Vou abrir mão de uma reeleição garantida à vaga de deputado distrital para permanecer no governo. Mas queria chamar o povo de Brasília e as lideranças políticas a uma reflexão.
Muitas das pessoas interessadas em participar da eleição indireta estão de olho é na reeleição no fim do ano. Estou trabalhando para ser eleito nas eleições indiretas, mas deixando sempre bem claro que em outubro não serei candidato a nada, nem apoiarei nenhum candidato". Wilson Lima, em 31 de março quando achava que ia ser eleito indiretamente pelos seus colegas da Câmara Legislativa
Muitas das pessoas interessadas em participar da eleição indireta estão de olho é na reeleição no fim do ano. Estou trabalhando para ser eleito nas eleições indiretas, mas deixando sempre bem claro que em outubro não serei candidato a nada, nem apoiarei nenhum candidato". Wilson Lima, em 31 de março quando achava que ia ser eleito indiretamente pelos seus colegas da Câmara Legislativa
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